quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Igrejas evangélicas crescem na Suíça

 


A igreja "International Christian Fellowship" (ICF) faz sucesso entre os jovens suíços.
Legenda: A igreja "International Christian Fellowship" (ICF) faz sucesso entre os jovens suíços. (icf-biel.ch)

Sobre o mesmo assunto


Por Samuel Jaberg, swissinfo.ch





Na Suíça, as igrejas evangélicas reúnem todos os domingos duas vezes mais fiéis do que as igrejas tradicionais do país.


Sociólogo e pastor de uma igreja carismática de Neuchâtel (oeste), Olivier Favre analisa o funcionamento de um sucesso global.


Eles eram 52 milhões de fiéis no início do século 20. Hoje são quase meio bilhão. Em um século, os evangélicos conquistaram o mundo. E sua rápida expansão não deve parar tão cedo. O entusiasmo é universal e faz sombra às igrejas tradicionais em todos os continentes do globo. Porém os evangélicos abrem igualmente novos horizontes ao Cristianismo. Um exemplo: estima-se que aproximadamente 100 milhões de chineses foram convertidos nos últimos anos.

Na Suíça os evangélicos também crescem rapidamente. Como em outras partes do mundo, o que domina é a corrente pentecostal ou carismática, importada dos Estados Unidos e que coloca sua ênfase nos milagres e na influência de Deus na vida cotidiana. Olivier Favre, que divide seu tempo entre as funções de pastor de uma igreja carismática e o trabalho de sociólogo de religiões na Universidade de Lausanne, foi o primeiro, em 2006, a ter escrito uma obra completa sobre os evangélicos na Suíça.

Ele não vê contradição no seu papel de observador independente e representante engajado de uma fé. "De forma geral os pesquisadores têm uma base religiosa. Ou então eles vivem em conflito com a religião e desenvolvem um discurso bastante crítico em relação às igrejas", defende. Entrevista swissinfo.ch


swissinfo.ch: Os movimentos pentecostalistas tiveram uma progressão fulgurante desde os anos 1970 na América do Sul e na África, aproveitando-se de um terreno social e econômico extremamente favorável. O que explica o sucesso dessas igrejas em países ricos como o nosso?


Olivier Favre: A primeira força do Pentecostalismo é a ideia que Deus intervém na vida cotidiana das pessoas. De fato, aquelas que vivem em uma situação de precariedade têm mais tendência de se interessar por esse sentido do que as pessoas abastadas. Na nossa sociedade bastante individualizada, marcada pela solidão, a ideia de ter uma relação pessoal com Deus, crer que ele responde às orações, que pode curar as doenças e provocar milagres responde a uma necessidade espiritual. Além disso, a maneira bem moderna de celebrar o culto atrai os jovens.

Essa progressão deve igualmente bastante à imigração e ao surgimento das igrejas chamadas de "étnicas", bem presentes nas cidades. Essas igrejas funcionam como peneiras de entrada para os migrantes africanos e sul-americanos. São de lugares essenciais de apoio. Lá eles encontram também a música e o idioma que lhes lembra do país de origem.


swissinfo.ch: Nelas as pessoas podem encontrar respostas imediatas e concretas às suas preocupações, sejam elas de ordem metafísica, psicológica, física ou material. Essas igrejas praticariam uma espécie de individualização ou até mercantilização da religião?


O. F. : Sim, em certo sentido. Nós estamos em uma sociedade individualizada, baseada na emoção e que atribui uma grande importância à procura da identidade. O discurso evangélico se desenvolve e se adapta às necessidades atuais. Ele apoia-se menos no pecado ou na penitência, mas muito mais nas questões de desabafo e desenvolvimento interior. E ele ocorre com ajuda de certos textos bíblicos, onde se estima que a explicação do ser humano venha tanto do lado espiritual como da psicologia.


swissinfo.ch: Seu colega, Jörg Stolz, gosta de comparar a religião a um mercado, onde é necessário ter um perfil claro para se destacar. As igrejas evangélicas são mais fortes nesses pontos do que as outras?


O. F. : A gente não pode comparar o mercado das religiões com o mercado econômico. O religioso não é uma reprodução da sociedade, pois senão perderia sua essência. Os evangélicos conseguiram, por um lado, construir um discurso crítico face à sociedade, integrando ao mesmo tempo suas conquistas. Por exemplo, os evangélicos insistem fortemente sobre os dons individuais e espirituais. O indivíduo pode se exprimir através dos seus talentos, suas capacidades, pedir a palavra durante os encontros. Nesse sentido, podemos falar de uma adaptação à modernidade.

Para que um movimento religioso tenha sucesso, ele deve ser ao mesmo tempo rigoroso e não fundamentalista. Se ele se adapta demais à sociedade ambiente, ele se esfria, mina a moral dos mais fervorosos e será difícil para ele de sobreviver sem o apoio do Estado. Ao contrário, se o movimento é demasiadamente fundamentalista, ele vai excluir o resto da sociedade e perder em atratividade. Isso é válido para todas as religiões.


swissinfo.ch: Mensagem simplista e até redutora, distanciação das igrejas tradicionais, conservadorismo assumido: as igrejas evangélicas são o pendente dos movimentos populistas na política?


O. F. : Nós muitas vezes criticamos os evangélicos de simplificarem sua mensagem ou a realidade. Em parte isso é verdadeiro no que diz respeito à compreensão do Evangelho. A abordagem é simples, a mensagem é clara e direta: para ser salvo, o fiel deve crer em Jesus Cristo. No entanto, na composição sociocultural dos evangélicos, encontramos também intelectuais ou pessoas altamente qualificadas, pessoas que refletem e restituem a complexidade à vida humana.


swissinfo.ch: Na América do Norte, as igrejas evangélicas se confundem com a direita ultraconservadora. Esse é o caso também da Suíça?


O. F. : A comparação com os Estados Unidos é delicada. Os evangélicos europeus são em sua grande maioria hostis à política da administração Bush e à guerra no Iraque. Nas pesquisas de opinião realizadas na Suíça, nós constatamos que os evangélicos votam como um suíço médio, ou seja, mais à direita. Um voto em dois é dado aos dois partidos evangélicos, seja a União Democrática Federal (UDF), bastante à direita, seja o Partido Evangélico (PEV), de centro. Do ponto de vista da moral individual, os evangélicos são conservadores, mas são bastante progressistas nas questões de sociedade como ecologia, por simples respeito à Criação.


swissinfo.ch: Os evangélicos se envolvem bastante na política. Isso é um fenômeno recente?


O. F. : Historicamente, os evangélicos se destacavam por uma tradição de desconfiança em relação ao Estado e ao mundo exterior. Certos movimentos, como os anabatistas, foram perseguidos por muito tempo e a liberdade religiosa foi difícil a conquistar.

Em todo caso, nas últimas duas décadas, eles estão presentes nos diferentes parlamentos e não somente dentro dos dois partidos evangélicos ou na União Democrática do Centro (UDC, partido majoritário da Suíça). Vários deputados socialistas da parte germânica do país fazem parte de comunidades evangélicas. Essa ideia que o cristão deve se implicar na sociedade é nova.


swissinfo.ch: Esse crescimento das igrejas evangélicas, que se percebe também na política, estaria freando a secularização das nossas sociedades?


O. F. : O evangelismo se desenvolve fortemente nos países do sul, onde a religiosidade é elevada. Inclusive, na África e na América do Sul, o fervor evangélico dá dinamismo à Igreja católica. Mas é necessário fazer uma distinção segundo os contextos. A sociedade americana sempre foi bastante religiosa. Na Europa, os evangélicos sofrem dificuldades para se desenvolver e nunca poderão reverter essa tendência à secularização. Ao mesmo tempo também não estou seguro que o retorno aos valores tradicionais seja massivo na população.


Samuel Jaberg, swissinfo.ch
Adaptação: Alexander Thoele



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do Oriente

Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do Oriente

Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do Oriente

Caroline B. Glick (Jerusalem Post)
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição de cristãos no mundo islâmico.
Na noite de domingo (09/10/2011), cristãos coptas egípcios organizaram o que era para ser uma vigília pacífica em frente à sede da emissora de TV estatal no Cairo. Os mil manifestantes representavam a antiga comunidade cristã de cerca de 8 milhões de pessoas, cuja presença no Egito precede a dominação islâmica em várias séculos. Eles se reuniram no Cairo para protestar contra os recentes incêndios criminosos de duas igrejas por quadrilhas de muçulmanos, e contra a rápida ascensão da violência (com apoio do governo) contra cristãos por grupos muçulmanos desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak, em fevereiro.
De acordo com fontes coptas, os manifestantes foram cercados por agressores islâmicos, que rapidamente ganharam suporte de forças militares. Entre 19 e 40 cristãos coptas foram mortos por soldados e agressores muçulmanos. Foram atropelados por veículos militares, linchados, baleados e arrastados pelas ruas do Cairo.
A emissora estatal relatou apenas que três soldados haviam sido mortos. De acordo com a agência Ahram Online, os soldados atacaram os estúdios da emissora de TV al-Hurra na noite de domingo para bloquear a transmissão de informações sobre o ataque militar contra os cristãos coptas.
Ao que parece, a tentativa de controle de informações sobre o que aconteceu funcionou. As notícias na segunda-feira sobre a violência deram poucos sinais da identidade dos mortos ou feridos. É certo que não contaram a história do que realmente aconteceu domingo à noite no Cairo.
Em outro evento, o patriarca católico maronita do Líbano, Bechara Rai, gerou polêmica há duas semanas. Durante uma visita oficial a Paris, Rai alertou o presidente francês Niolas Sarkozy que a queda do regime de Assad na Síria seria um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas. Hoje a oposição, que tem apoio do Ocidente, é dominada pela Irmandade Islâmica. Rai alertou que a exoneração do presidente Bashar Assad poderia levar a uma guerra civil e ao estabelecimento de um regime islâmico.
No Iraque, a insurgência patrocinada pelo Irã e pela Síria que se seguiu à derrubada pelos americanos do regime baathista de Saddam Hussein, em 2003, promoveu uma guerra sangrenta contra a população cristã do Iraque. Este mês marca o primeiro aniversário do massacre de 58 fieis em uma igreja católica em Bagdá. Na década passada havia 800 mil cristãos no Iraque. Hoje, são apenas 150 mil.
Sob o antigo império persa, os cristãos tinham mais ou menos liberdade para praticar sua religião.
Hoje os cristãos iranianos estão sujeitos a caprichos de soberanos muçulmanos, que não conhecem outra lei a não ser a da supremacia islâmica.
A situação do pastor evangélico Yousef Nadarkhani é um exemplo. Ele foi preso há dois anos, julgado e condenado à morte por apostasia, por se recusar a renegar sua fé cristã. Não existe lei contra a apostasia no Irã, mas isso não importa. O aiatolá Khomeini é contra a apostasia. A lei islâmica também é.
Depois que a história de Nadarkhani foi publicada no Ocidente, os iranianos mudaram de plano.
Agora eles teriam abandonado a acusação de apostasia e o sentenciado à morte por estupro. O fato de ele nunca ter sido acusado ou condenado por estupro não tem importância.
Cristãos palestinos, igualmente, têm sofrido sob a popularidade dos líderes eleitos.
Quando a Autoridade Palestina foi estabelecida em 1994, os cristãos eram 80% da população de Belém. Hoje correspondem a menos de 20%.
Desde que o Hamas “libertou” Gaza em 2007, a antiga minoria cristã da região tem sofrido ataques constantes. Com apenas 3 mil membros, a comunidade cristã de Gaza teve igrejas, conventos, livrarias e bibliotecas incendiadas por membros do Hamas e seus aliados. Seus membros foram atacados e mortos. Apesar de o Hamas ter prometido a proteção dos cristãos da cidade, ninguém foi preso por violência anticristã.
Da mesma forma que os judeus no mundo islâmico foram expulsos das suas antigas comunidades por governantes árabes com a criação o Estado de Israel em 1948, os cristãos também foram perseguidos e expulsos de suas casas. Regimes populistas islâmicos e árabes usam o supremacismo da religião islâmica e o chauvinismo racial árabe contra cristãos como gritos de guerra para os seus propósitos. Esses chamados, por sua vez, levaram à dizimação das populações cristãs no mundo árabe e islâmico.
Por exemplo, quando o Líbano obteve sua independência da França em 1946, a maioria dos libaneses era cristã. Hoje os cristãos são menos de 30% da população. Na Turquia, a população cristã foi reduzida de 2 milhões no fim da Primeira Guerra Mundial para menos de 100 mil hoje. Na Síria, na época da independência, os cristãos representavam quase metade da população. Hoje 4% dos sírios são cristãos. Na Jordânia, há meio século, 18% da população era cristã. Hoje apenas 2% dos jordanianos são cristãos.
Os cristãos são proibidos de praticar sua religião na Arábia Saudita. No Paquistão, a população cristã está sendo sistematicamente destruída por grupos islâmicos apoiados pelo regime. Incêndios a igrejas, conversões forçadas, estupros, assassinatos, sequestros e perseguição legal de cristãos paquistaneses se tornaram ocorrências diárias.
Infelizmente, para os cristãos do mundo islâmico, sua causa não está sendo defendida por governos ou igrejas do Ocidente. A França, em vez de impor como condição para seu apoio à oposição síria o compromisso com a liberdade religiosa para todos por parte dos seus líderes, seu Ministério das Relações Exteriores reagiu com irritação às advertências de Rai sobre o que provavelmente acontecerá aos cristãos sírios, caso o presidente Bashar Assad e seu regime sejam derrubados. O Ministério das Relações Exteriores da França publicou uma declaração afirmando que estava “surpreso e desapontado” com as declarações de Rai.
O governo de Obama foi menos solidário ainda. Rai está viajando pelos EUA e pela América Latina em uma visita de três semanas a comunidades de imigrantes maronitas. A existência dessas comunidades é consequência direta da perseguição árabe e islâmica aos cristãos maronitas do Líbano.
A visita de Rai aos Estados Unidos deveria começar com uma visita a Washington e um encontro com altos funcionários do governo americano, incluindo o presidente Barack Obama. No entanto, após as declarações de Rai em Paris, o governo americano cancelou todas as reuniões marcadas com ele. Ou seja, em vez de considerar o perigo alertado por Rai e usar a influência americana para aumentar o poder dos cristãos, curdos e outras minorias em qualquer governo sírio pós Assad, o governo Obama decidiu boicotá-lo por chamar atenção para o perigo.
Com exceção dos evangélicos, a maioria das igrejas ocidentais está igualmente desinteressada em defender os direitos de co-religiosos no mundo islâmico. A maioria das principais denominações protestantes, da Igreja Anglicana e suas várias filiais dentro e fora dos EUA à metodista, batista, menonita e outras, não fez esforço algum para proteger ou defender os direitos dos cristãos no mundo islâmico.
Em vez disso, na última década, essas igrejas e suas filiais internacionais buscaram repetidas vezes atacar o único país do Oriente Médio em que a população cristã aumentou nos últimos 60 anos: Israel.
Quanto ao Vaticano, nos cinco anos desde que o Papa Bento XVI, no seu discurso em Regensburg, lançou um desafio aos muçulmanos para que agissem com bom senso e tolerância ao lidar com outras religiões, o Vaticano abandonou a posição anteriormente adotada. Um diálogo entre iguais se tornou uma súplica ao islã em nome de uma compreensão ecumênica. No ano passado o papa organizou um sínodo sobre os cristãos do Oriente Médio que não mencionou a perseguição anticristã por forças e regimes islâmicos e populistas. Israel, por outro lado, foi o principal alvo de críticas.
A diplomacia do Vaticano se estendeu até o Irã, para onde enviou um representante para participar de uma falsa conferência antiterrorista de Mahmoud Ahmadinejad. Conforme relata Giulio Meotti para a agência israelense Ynet, enquanto todos os embaixadores da União Europeia saiam no meio do discurso de negação do Holocausto de Ahmadinejad na segunda conferência das Nações Unidas em Durban, o embaixador do Vaticano ficou sentado. O Vaticano abraçou líderes da Irmandade Islâmica na Europa e no Oriente Médio.
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição e dizimação de comunidades cristãs no mundo islâmico. Como mostram os acontecimentos de domingo passado no Egito e os ataques diários de muçulmanos contra cristãos na região, as atitudes do Ocidente não estão aplacando ninguém. Mas fica bastante claro que eles irão colher o que plantaram.
caroline@carolineglick.com
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com
 

O problema cristão de Obama

O problema cristão de Obama

O problema cristão de Obama

Casa Branca negligencia perseguição a cristãos e apoia o islã

WASHINGTON TIMES
O governo Obama está obcecado com a expansão dos muçulmanos e recentemente buscou aliança política com a comunidade judaica. No entanto, dado o estado das coisas, a Casa Branca deveria estar preocupada em ajudar os cristãos perseguidos pelo mundo.

Obama e o islamismo
Os Estados Unidos têm sido cautelosos em intervir nos assuntos que afetam os cristãos do Oriente Médio por medo de confirmar as acusações dos terroristas de que o Ocidente estaria em uma nova cruzada contra o islamismo. A consequência dessa política passiva foi permitir que extremistas islâmicos dominassem cada vez mais o debate, geralmente com consequências trágicas.
No último domingo, no Egito, o conflito entre cristãos coptas e militares deixou pelo menos 25 mortos. Os coptas são a maior minoria religiosa do Egito, representando cerca de 10% da população. Ataques aos coptas vêm aumentando desde a derrubada de Hosni Mubarak da presidência. O fato de militares estarem envolvidos no incidente é um sinal de que as coisas estão mudando para pior. A Casa Branca emitiu uma condenação tímida, observando que o presidente Obama estava “bastante preocupado com a violência no Egito”, e que “à medida que os egípcios constroem seu futuro, os Estados Unidos continuam a acreditar que os direitos das minorias (incluindo coptas) devem ser respeitados”. Em outras palavras, não irão fazer nada a respeito do massacre aos cristãos.
Comunidades cristãs menores enfrentam um desafio ainda maior. O mundo aguarda notícias definitivas sobre o pastor iraniano Yousef Nadarkhani, condenado à morte por apostasia após deixar o islamismo e se converter ao cristianismo. Sayed Mussa, funcionário da Cruz Vermelha afegã que se converteu ao cristianismo, também foi condenado à morte. Mussa foi libertado este ano depois que seu caso teve repercussão internacional, mas é obrigado a viver escondido devido à atmosfera pública de hostilidade.
De acordo com o Relatório Anual sobre Liberdade Religiosa do Departamento de Estado Norte-Americano, a última igreja cristã no Afeganistão foi destruída. Os cristãos afegãos (entre 500 e 8 mil) que quiserem realizar um culto em público podem fazê-lo em bases militares, instalações da equipe de reconstrução provincial ou a embaixada da Itália. Mas obviamente há riscos envolvidos. O relatório de Estado afirma que “o governo americano discute regularmente a liberdade religiosa com as autoridades afegãs, como parte de sua política geral para promover direitos humanos". Considerando toda a ajuda que os Estados Unidos deram ao Afeganistão na última década, o Departamento de Estado deveria fazer algo mais do que simplesmente conversar.
No âmbito doméstico, Obama enfrenta uma maioria cristã cética a caminho das eleições de 2012. De acordo com o instituto Gallup, o presidente é enaltecido pela comunidade islâmica dos EUA com 80% de aceitação. Mas os muçulmanos são uma pequena fração da população americana, e uma base eleitoral insignificante. Entre os principais grupos cristãos, 50% dos católicos o aprovam, e entre os protestantes (que representam mais da metade da população americana) a aprovação é de 37%, e entre os mórmons 25%.
Pessoas mais devotas tendem a aceitar Obama menos do que as pessoas que não dão importância à religião. De acordo com os dados mais recentes do Gallup, Obama possui 43% de aceitação entre os que afirmam frequentar a igreja “nunca ou quase nunca”, 2 pontos acima da média nacional. Entre os que frequentam a igreja semanalmente, sua aprovação é de 34%, sete pontos abaixo da média. Não é mistério a razão pela qual os cristãos fieis têm pouca fé em Obama.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Título do original: Obama’s Christian problem (editorial)
Fonte em português: www.juliosevero.com
 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Conferência Cristianismo e Modernidade: Não jogue sua vida fora - Realizado pelo Mackenzie e Editora Fiel com a II Conferência IPB para jovens, com mais de mil pessoas é um evento marcante no despertamento de uma juventude bíblica, reformada e calvinista no Brasil. Juventude Cristã de Alto Nível!

John Piper: Não jogue sua vida fora

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Mais de mil pessoas participaram da Conferência no Mackenzie

Por Cibele Lima (fotos: Cibele Lima)


A Conferência Cristianismo e Modernidade, realizada pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em parceria com a Editora Fiel, chegou ao fim neste sábado na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

O auditório Ruy Barbosa, local do evento, esteve com todos os assentos preenchidos nos dois dias de conferência, sexta-feira (7) e no sábado de manhã (8). Além do auditório, duas salas anexas foram preparadas para receber os participantes, com telões transmitindo todo o evento.

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De acordo com divulgação, mais de mil pessoas estiveram presente nos dois dias. Estiveram ministrando rev. Augustus Nicodemus Lopes, Chanceler da Universidade Mackenzie, com participação na devocional inicial, rev. John Piper, pastor, escritor e principal preletor da conferência, e rev. Russel Shedd, pastor e escritor, que teve sua participação na devocional no sábado pela manhã.

A Conferência, que levou o tema "Não jogue sua vida fora", foi também parte da II Conferência IPB para Jovens que tem o objetivo de agregar as UMP's de diferentes regiões do Brasil para juntos refletirem acerca do tema "Um caminho melhor".

A programação dos jovens se estende ainda no sábado à tarde e no domingo pela manhã, no acampamento Cabuçu (Guarulhos/ SP). Lá as palestras serão ministradas por rev. David Charles e rev. Mauro Meister, pastores da IPB.

A Apecom, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, transmitiu ao vivo, os dois dias de evento.

Fonte: http://www.ipb.org.br/portal/noticias/887-john-piper-nao-jogue-sua-vida-fora

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

2a. Semana Teológica 2011 no JMC: Missões e Evangelização

 
 
semanateologica2.JMC.portal
Com o tema "missões e evangelização", evento é aberto ao público

De 17 a 21 de outubro o Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição (JMC), realiza a 2ª Semana Teológica 2011.

O tema deste semestre é Missões e evangelização, que contará com a presença de pastores presbiterianos:

Segunda-feira (17/10) - Evangelização no Timor Leste (Rev. Jessé Fogaça)

Terça-feira (18/10) - Plantação de Igrejas no Contexto Urbano (Rev. Ludgero Bonilha Morais)

Quarta-feira (19/10) - O trabalho de plantação de igrejas da IPB (Rev. Jedeías Duarte Almeida)

Quinta-feira (20/10) - A evangelização na região sul do Brasil ( Rev. Sérgio Paula de Lima)

Sexta-feira (21/10) - Evangelização no Chile (Rev. Leandro de Almeida Pinheiro)

As palestras serão ministradas a partir das 19h30 em todos os dias da Semana Teológica. De acordo com o Diretor do seminário JMC, rev. Ageu Magalhães, o evento é aberto ao público em geral. "Todos são bem-vindos", afirmou.

Endereço do seminário: Rua Pascal, nº 1.165, bairro Campo Belo - São Paulo. Telefone: 5543-3534. Site: www.seminariojmc.br



Universidade Presbiteriana Mackenzie é homenageado pela Associação Evangélica Beneficente

Em comemoração ao aniversário de 83 anos, a Associação Evangélica Beneficente (AEB) homenageou parceiros importantes ao longo de sua existência e, entre eles, uma instituição em especial, o Mackenzie.

A celebração aconteceu no dia 6 de outubro, quando membros da associação e representantes do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) reuniram-se em uma churrascaria para a comemoração, e aproveitaram para festejar também os 11 anos de parceria entre as instituições. Desde 2000, o IPM patrocina o Projeto “Criar & Tocar”, programa cultural da AEB destinado à formação musical de crianças e adolescentes carentes, que atualmente ensina a cerca de 600 crianças.

Para o presidente do IPM, doutor Hesio Cesar de Souza Maciel, é uma parceria que tem sido muito bem sucedida. ”O Mackenzie se sente muito orgulhoso, esse é um dos nossos principais projetos, espero que possamos avançar ainda mais nele. Para nós é uma honra e uma alegria receber essa homenagem”.

O reverendo Roberto Brasileiro Silva, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, que ao lado do doutor Hésio recebeu a homenagem, concordou: “é uma grande benção para o Mackenzie recebê-la. Demonstra que o IPM pode fazer algo para sociedade, prestando serviço para a educação do jovem e do adolescente. Fico muito feliz em ver que exercemos esse papel”, lembrou o reverendo.
Fonte: http://www.mackenzie.br/portal/principal.php

Divulgação:

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Joga Limpo Brasil: Instituições cristãs se unem em projeto evangelístico para Copa e Olimpíadas

Joga Limpo Brasil: Instituições cristãs se unem em projeto evangelístico para Copa e Olimpíadas
http://educacaofisicareformacional.blogspot.com/2011/09/joga-limpo-brasil-instituicoes-cristas.html

Coral Shalom convida: Culto de Gratidão a DEUS por seus 25 anos - 25/09/2011 d.C - Domingo às 19h na Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco (IPO)




Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

Café da manhã com homens - Vencendo as Crises - Entrada Franca - 01/10/11 d.C - às 8h30 - Espaço Cultural Presbiteriano de Pinheiros/SP

Café da manhã com homens - Vencendo as Crises - Entrada Franca - 01/10/11 d.C - às 8h30 - Espaço Cultural Presbiteriano de Pinheiros/SP





Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

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UPH no sertão Paraibano

UPH no sertão Paraibano
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domingo, 18 de setembro de 2011

Uma campanha internacional orquestrada contra os direitos de Israel como Estado

Uma campanha internacional orquestrada contra os direitos de Israel como Estado

A concerted campaign is being waged against Israel to question its very legitimacy in virtually every aspect of its historical, political, and cultural life, with the aim of undermining the very foundations of Israel's existence.

In response, several world-renowned experts have joined to present an authoritative exposition of Israel’s Rights as a Nation-State in International Diplomacy, edited by Alan Baker, former legal counsel of Israel's Foreign Ministry and former ambassador to Canada, and published jointly by the Jerusalem Center for Public Affairs and the World Jewish Congress.


This book explains clearly why the Jewish people deserve a state of their own and refutes all the major claims against Israel’s rights.


Contents Overview
Amb. Alan Baker

Prof. Ruth Gavison

Sir Martin Gilbert

Prof. Shlomo Avineri

Dr. Stanley A. Urman

Amb. Alan Baker

Prof. Nicholas Rostow

Prof. Ruth Lapidoth

Amb. Dore Gold

Dan Diker

Col. (ret.) Pnina Sharvit-Baruch

Amb. Alan Baker

Prof. Alan M. Dershowitz

+++++

Para, por e com Israel, sempre! Apesar de [preencher as lacunas]

Internação por cirrose alcoólica cresce 50% no Estado de São Paulo

Internação por cirrose alcoólica cresce 50% no Estado de São Paulo
http://saudereformacional.blogspot.com/2011/09/internacao-por-cirrose-alcoolica-cresce.html

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O que Jesus faria? Educação escolar em casa

O que Jesus faria? Educação escolar em casa


David d’Escoto

Nos anos 90 surgiu uma moda de curta duração entre os cristãos de usar pulseiras marcadas com a sigla “WWJD” (O que Jesus faria). Essa nova moda fez com que as pessoas falassem sobre Jesus Cristo e sobre como o cristão deveria realmente tentar se espelhar em Jesus em todas as áreas de suas vidas.

A Bíblia nos ensina: “aquele que diz estar nele [Jesus], também deve andar como ele andou.” (1 João 2:6), e “Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo” (1 Coríntios 11:1). O pastor João Calvino, que viveu no século XVI, se referia a Jesus como o “Grande Exemplo” que todos os cristãos deveriam seguir. Jesus nos serviu imensamente de modelo durante a sua missão na Terra. Por exemplo, Ele nos ensinou orar, lidar com as tentações, a pregar a verdade em amor, a enfrentar o mal e a efetivamente treinar e disciplinar os outros.

Os pais cristãos deveriam olhar para a vida de Jesus como um exemplo perfeito de como os pais deveriam treinar, ensinar e amar seus próprios discípulos: seus filhos. É interessante notar que houve ocasiões em que Jesus chamou publicamente Seus discípulos de “filhos” (Marcos 10:24). O estudioso bíblico do século XVIII John Gill notou que “era comum entre os judeus chamar [seus] discípulos... ‘filhos’” Ao ler os evangelhos, temos uma íntima visão de como Jesus disciplinou e amou Seus “filhos”.

Podemos ver três pontos principais no método de Jesus de discipular: ensinamento, aconselhamento e investimento de tempo.

Ensinamento — Jesus é o supremo “Bom Mestre” (Lucas 18:18). Ele ensinou Seus discípulos diariamente (Lucas 19:47); Ele viajava por toda a região com Seus discípulos, que O viam ensinar outros (Lucas 23:5); outros líderes religiosos reconheciam que Jesus era um Mestre vindo de Deus (João 3:2); os apóstolos de Jesus reconheceram que Seus ensinamentos eram as palavras da vida eterna (João 6:68); o próprio Jesus afirmava que Ele era Senhor e Mestre (João 13:14); e mesmo imediatamente depois que Jesus ressuscitou fisicamente, alguns de Seus seguidores continuaram chamando-o de Mestre (João 20:16).

Aconselhamento — Os ensinamentos de Jesus eram mais do que simplesmente falar e passar adiante a “sabedoria da mente”. Ele viveu uma vida para todos verem e seguirem. Seus discípulos frequentemente O viram se afastar e orar sozinho, o que os levou a perguntar como eles próprios deveriam orar (Lucas 11:1). Seus apóstolos viram Jesus curar os doentes, expulsar demônios, reviver mortos e pregar o evangelho. Mais tarde, depois de anos derramando Sua vida sobre eles, Jesus então confidencialmente os mandou para a “Grande Comissão” (Mateus 28:16-20).

Investimento de tempo — Os discípulos não tiveram uma única aula com Jesus, nem passaram um único semestre fazendo treinamento com Jesus; ao invés disso, passaram cerca de três anos e meio com Ele, sem férias e sem feriados. Era um “curso” de 24 horas, 365 dias por ano, ministrado pelo maior Mestre que este mundo já conheceu. Ele sabia que é preciso dedicar um longo tempo de convívio com as pessoas para realmente causar um forte impacto nas suas vidas. O Dr. John MacArthur destaca em seu livro “Twelve Ordinary Men” “[Os discípulos] poderiam escutar Seus ensinamentos, fazer perguntas, ver como ele lidava com as pessoas e usufruir de uma amizade próxima com Ele em todo tipo de situação. ... Ele os encorajava com diligência, corrigia com amor e instruía com paciência. É assim que a melhor qualidade de aprendizado sempre ocorre. Não é simplesmente informação passada adiante; é uma vida investida no outro”.

Jesus, o maior dos mestres, certamente ensinou Seus discípulos formalmente, mas eles também compartilharam experiências de vida, viagens e o partir do pão juntos durante alguns anos. Ele os aconselhou, deu exemplo de como verdadeiramente andar com Deus e por fim os treinou para se lançarem no mundo pela Sua glória. Ele os encorajou, disciplinou, repreendeu e amou. Jesus investiu Sua vida na dos seus discípulos, e obviamente não deixou seus “filhos” aos cuidados de outras pessoas para educá-los, mas os “guardava” e “conservava” (João 17:12) até que fosse a hora de soltá-los no mundo.

Em um sentido bem real, Jesus usou a educação escolar em casa com os Seus apóstolos. A educação escolar em casa cristã se parece muito com a maneira como Jesus treinou seus apóstolos, e esses “filhos” um dia foram “transformar o mundo” (Atos 17:6)!

Hoje em dia muitos pais cristãos estão acordando para o fato de que ninguém pode treinar e discipular melhor os seus filhos do que eles próprios. Assim como Jesus Cristo, a maioria dos pais cristãos que educam seus filhos em casa ensina, aconselha e passa longas horas com os filhos, literalmente derramando suas vidas na deles ao invés de delegar a pessoas estranhas a educação de seus preciosos filhos.

Jesus nos ensina que treinamento e discipulado realmente efetivos são feitos um-a-um, e requerem muito tempo e sacrifício. Estudos recentes provam que o estilo de ensinar de Jesus é com folga o método mais eficaz, e seus resultados positivos são a maior prova. A pesquisa do Dr. Brian Ray com milhares de pessoas que foram educadas em casa e que agora são adultos mostra que menos de 4% dos jovens no primeiro ano de faculdade que foram educados em casa havia renegado sua fé. Isso é praticamente o oposto de todas as pesquisas preocupantes mostrando que aproximadamente 90% das crianças de famílias cristãs já abandonaram a igreja aos 18 anos. Que diferença que não faz o discipulado divino!

Isso derruba completamente as alegações do sal e da luz que muitos pais cristãos desinformados usam como desculpa para manter seus filhos em escolas públicas. A imensa maioria das crianças de lares cristãos está sendo convertida a uma visão de mundo antibíblica no sistema de educação pública.

A noção falsa e perigosa de que o sistema público de educação é na verdade “neutro” deve ser silenciada pela pesquisa extensa que mostra que as escolas estatais estão inculcando em 9 entre 10 crianças o pensamento marxista-leninista. O Dr. R.C. Sproul nos lembra: “A educação neutra não existe. Todo currículo escolar tem uma visão de mundo predominante por trás e pelo meio”. O currículo escolar das nossas escolas públicas está longe de ser neutro.

Pais, aprendamos com o Mestre e aceitemos com obediência o Seu modelo e Seu método para treinar os discípulos que Deus colocou sob nossos tetos. Quando Jesus ensinou aos seus discípulos mais próximos, eles frequentemente se sentavam aos Seus pés (Lucas 10:39). Em se tratando de criar filhos, o ensino que transforma de maneira mais eficaz e positiva acontece aos nossos próprios pés. Ao mandá-los para longe 180 dias do ano, outra pessoa assume o privilégio de ensinar, dar exemplo e investir cerca de 1.100 horas por ano na vida dos nossos filhos.

Jesus sabia que a melhor maneira de ensinar os Seus “filhos” para se transformar no que Ele queria era vivendo com eles, amando-os, sacrificando-se por eles, dando exemplo da vida divina e investir sua própria vida na deles. Tudo isso acontece no contexto da família. As palavras do Dr. Voddie Bauchmam nos ajudam a lembrar desse fato: “A instituição idealizada por Deus foi a família — não o grupo de jovens, nem o ministério de crianças, nem a escola cristã, mas sua família — como o principal agente de discipulado na vida dos seus filhos.”

A questão não é o que Jesus faria com os Seus “filhos”? Mas o que Ele fez de fato? Ele os deu uma educação escolar em casa.

David d’Escoto é pastor presbiteriano e cofundador do livro “The Little Book of Big Reasons to Homeschool”. Ele e sua esposa Kim ensinam seus 6 filhos em casa há mais de 13 anos.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil

Título original: WWJD? Homeschool

Fonte em português: www.juliosevero.com




 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

O Governo Bíblico de Uma Igreja Bíblica: GOVERNO PRESBITERIANO

GOVERNO PRESBITERIANO
Escrito por Jabesmar A. Guimarães
Embora se argumente que existiriam diferentes formas de governo da igreja no Novo Testamento, o contrário é que é verdade. O Novo Testamento fala de apenas uma forma de governo eclesiástico que são vários presbíteros compondo a liderança de cada igreja local.
Já em Atos 11:30, logo no início da Igreja, podemos ler sobre os presbíteros da igreja em Jerusalém. Paulo e Barnabé, em sua primeira viagem missionária, promoveram a eleição de presbíteros em todas as igrejas que haviam fundado. "E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido" (At 14:23). Isto indica que o procedimento normal de Paulo era estabelecer um grupo de presbíteros em cada igreja que fundava. Ficamos sabendo que também em Éfeso Paulo deve ter estabelecido presbíteros, pois "De Mileto, mandou a Éfeso chamar os presbíteros da igreja" (At 20:17). Além disso, vemos Paulo enviando seu assistente Tito a Ilha de Creta com um objetivo o qual é: "Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi" (Tt 1:5). Também vemos Paulo lembrando a Timóteo que este havia recebido a imposição de mãos do presbitério¹. "Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério" (I Tm 4:14).
Há também em outras epístolas a menção aos presbíteros. Tiago escreve: "Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor" (Tg 5:14). A importância deste texto se deve ao fato da epístola de Tiago ter sido uma carta geral escrita para muitas igrejas e crentes a quem ele chama de "as doze tribos que se encontram na Dispersão" (Tg 1:1). Isto nos mostra que Tiago esperava que em cada igreja onde sua carta fosse lida existisse um presbitério constituído.
De Pedro podemos inferir a mesma coisa, pois sua carta foi dirigida a várias igrejas que estavam espalhadas nas províncias romanas da Ásia menor (Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia – cf. I Pe 1:1). Ele escreveu: "Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles..." (I Pe 5:1). Ele também esperava que em cada uma daquelas dezenas de igrejas houvesse presbíteros. Já em Hebreus, embora não apareça a palavra presbítero, vemos que na congregação a qual a carta foi dirigida havia uma pluralidade de líderes. Em Hebreus 13:17 lemos: "Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas..."
De todos estes textos não podemos deixar escapar pelo menos duas verdades. Em primeiro lugar, nunca vemos nenhuma sugestão que qualquer uma igreja, por menor ou mais isolada que seja, tivesse um só presbítero. O padrão do Novo Testamento é pluralidade de presbíteros. Em segundo lugar, não vemos no Novo Testamento mais de uma forma de governo e sim uma única forma que é de presbíteros em cada igreja local, pastoreando, dirigindo, zelando e cuidando dela.
A própria Palavra de Deus nos diz que desejar o episcopado é desejar uma tarefa excelente (ITm 3:1). A palavra episcopo (bispo) significa supervisor. Ela aparece apenas cinco vezes no Novo Testamento, e em quatro ocasiões se referindo aos líderes da comunidade (At 20:28; Fp 1:1; ITm 3:2). Já em IPe 2:25 refere-se a Jesus como aquele que protege as almas dos salvos.
As palavras presbítero (ancião) e bispo significam basicamente a mesma coisa. Em Atos 20:17, 28 vemos Paulo se dirigindo aos presbíteros onde também os chama de bispos. Aqueles homens tinham a incumbência de pastorear a igreja. Eram eles que deveriam proteger a igreja dos "lobos" (falsos mestres) que nela penetram com o intuito de arrebanhar adeptos a si mesmo através dos seus ensinos errados. Também deveriam estar atentos com os de dentro, pois mesmo entre eles podem se levantar pessoas assim.
A Função dos Presbíteros
Em IPe 5:2,3 lemos: "Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho."
Fica claro que os presbíteros devem ser exemplo, modelos para o rebanho. O comportamento deles deve refletir as marcas de uma vida pautada na Palavra de Deus. Os presbíteros não devem ser dominadores, mas devem conduzir a igreja através do exemplo de vida. Assim os demais serão levados a imitar o comportamento deles e eles, pelo seu testemunho, ganharão o respeito de todos os irmãos espirituais.
Outro fato a ressaltar e que não há na Bíblia nenhuma distinção de classes dentro da igreja, nenhum tipo de hierarquia. A cabeça da igreja é Jesus Cristo, todos os demais são corpo. Contudo, devemos obediência e respeito para com aqueles que Deus colocou como nossos guias, pois são responsáveis perante o Senhor pelo bem estar da igreja.
Ao presbítero cabe a função de pastorear do rebanho local. Eles devem zelar para que o rebanho receba um bom alimento espiritual. Devem empenhar-se pessoalmente no ensino da igreja, a responsabilidade é deles. Isto não significa que só eles pregarão, mas que estarão atentos ao que está sendo pregado na igreja local.
Resumindo, a função dos presbíteros é exercer a liderança da igreja, esforçando-se para pastoreá-la de forma que o rebanho cresça tanto qualitativamente como numericamente. Eles não devem ser mandões e "donos da verdade", não devem liderar pela força como opressores, mas devem ter um tipo de vida que dignifique a Deus e sirva de modelo para os outros irmãos, de forma que estes se sintam atraídos a imitá-los.
Leiamos alguns textos sobre a importância e seriedade do pastoreio:
·Is 40:10,11: "Eis que o SENHOR Deus virá com poder, e o seu braço dominará; eis que o seu galardão está com ele, e diante dele, a sua recompensa. Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente." Pastoreio carinhoso!
·Jr 3:15: "Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência".
·Jr 10:21: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao SENHOR; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos".
·Jr 23:1-4: "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! — diz o SENHOR. Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. Eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão. Levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais temerão, nem se espantarão; nem uma delas faltará, diz o SENHOR".
·Jr 50:6: "O meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar e as deixaram desviar para os montes; do monte passaram ao outeiro, esqueceram-se do seu redil".
·Ez 34:1-6: "Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim, se espalharam, por não haver pastor, e se tornaram pasto para todas as feras do campo. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque".
·Zc 10:2: "Porque os ídolos do lar falam coisas vãs, e os adivinhos veem mentiras, contam sonhos enganadores e oferecem consolações vazias; por isso, anda o povo como ovelhas, aflito, porque não há pastor. Contra os pastores se acendeu a minha ira, e castigarei os bodes-guias; mas o SENHOR dos Exércitos tomará a seu cuidado o rebanho...".
·Zc 11:17: "Ai do pastor inútil, que abandona o rebanho! A espada lhe cairá sobre o braço e sobre o olho direito; o braço, completamente, se lhe secará, e o olho direito, de todo, se escurecerá".
·At 20:26: "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue".
·Jo 10:11-14: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim".
·Ef 4:11: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo".

A Indicação e Reconhecimento de Presbíteros
Ao escolhermos presbíteros faríamos bem em observar estas qualificações bíblicas. É através delas que os candidatos devem ser analisados. Não devem ser avaliados por padrões terrenos tais como: realizações terrenas, fama, sucesso, competência nos negócios, posição social, capacidade intelectual, idade, parentesco, amizade, simpatia, apenas por ser idoso ou pelo grau de instrução (embora eu entenda que uma pessoa que não saiba ler não tem como estudar não podendo, portanto, ser apto para ensinar). O Ensino do Novo Testamento mostra que os presbíteros têm que ser avaliados pelo exemplo em seu viver diário. Isto não é uma opção e sim uma exigência.
Parece haver, no Novo Testamento, algumas ocasiões nas quais os que serviriam a igreja foram escolhidos por toda a congregação. Apesar dos apóstolos estarem presentes na igreja em Jerusalém, não foram eles que escolheram os sete primeiros diáconos. Pelo contrário eles disseram a igreja: "irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço". O mesmo se deu na escolha do substituto de Judas, não foram os onze que o escolheram. Lemos em Atos 1:15: "Naqueles dias, levantou-se Pedro no meio dos irmãos (ora, compunha-se a assembleia de umas cento e vinte pessoas)". Quando precisaram enviar pessoas para transmitir a decisão dos apóstolos aos crentes da Galácia eles o fizeram em comum acordo com a igreja. Tanto a escolha quanto o envio foram feitos pelos apóstolos e presbíteros juntamente com a igreja. Vejamos: "Então, pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, tendo elegido homens dentre eles, enviá-los...".
No retorno da sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé, atentaram para a necessidade de estabelecer presbíteros nas novas igrejas. Em Atos 14:23 lemos: "E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido." A Bíblia nos dá a entender que a escolha dos líderes se deu através de eleição. A palavra grega usada aqui é Descrição: Descrição: Cheirotonesantes(o verbo grego é Descrição: Descrição: Cheirotoneo) que aparece somente aqui e em II Coríntios 8:19 referindo-se ao irmão que foi eleito pelas igrejas para ser companheiro de Paulo na administração das ofertas recolhidas em favor dos crentes em Jerusalém.
A palavra grega para mão é Descrição: Descrição: Palavra Grega Chamada Cheir, Descrição: Descrição: Palavra Grega Chamada Cheirose os léxicos da língua grega indicam que Descrição: Descrição: Palavra Grega Chamada Cheirotoneosignifica eleger através do erguer as mãos. Podendo ainda significar apontar, indicar.
Nunca é demais lembrar o alerta bíblico que diz: "A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem..." (I Tm 5:22). Apesar de necessário, não devemos ter pressa demasiada para reconhecer os presbíteros. Na minha opinião é melhor não ter presbíteros do que ter exercendo a função pessoas desqualificadas biblicamente. O prejuízo é liquido e certo!
A Bíblia diz que: quem "aspira ao episcopado, excelente obra almeja" (I Tm 3:1). É bom atentar que ela não diz: excelente cargo almeja, ou ainda excelente posição almeja. Se alguém entre nós estiver cobiçando cargo, posição ou poder, certamente esta pessoa ficará tomada de ciúmes, ficará aborrecida e chateada se porventura não for indicada pela igreja. Se isso acontecer é bom dar graças ao Senhor por não ter permitido que tal pessoa fosse reconhecida, pois não estava com a visão bíblica do que é ser presbítero. Seria um péssimo modelo para o rebanho e, mais cedo ou mais tarde, traria prejuízo para a igreja.
Entendemos então, que a indicação e o reconhecimento devem ser feitos pela igreja sob a orientação do Espírito Santo.
A Autoridade dos Presbíteros
É preciso ressaltar que qualquer atitude ou movimento que vise desestabilizar a liderança, trombará de frente com o Deus que levantou a liderança. Toda autoridade é constituída por Deus (cf. Rm 13:1,2). A Bíblia nos ensina a sermos submissos para com aqueles que são líderes na igreja local onde somos membros. Em Hebreus 13:17 lemos: "Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil" (ARC). Levantar-se gratuitamente contra a liderança é pecado. Tentar minar sua autoridade é pecado. Rebeldia preconcebida e contra a liderança é pecado. Não devemos nos tornar um peso para nossos pastores. É nossa parte procurar tornar fácil a tarefa deles; eles, por sua vez, devem estar cientes que prestarão contas diretamente a Deus pela forma com a qual desempenharam esta função.
É bom lembrar aos presbíteros que autoridade não significa autoritarismo. Paulo foi investido no apostolado por ninguém menos que o Senhor Jesus. Contudo, quando teve que tratar com o pecador da igreja de Corinto, ele não decretou a sua exclusão sozinho. Apesar de ter autoridade para determinar a exclusão, lemos que ele o fez juntamente com a igreja. Vejamos "Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus" (I Co 5:3-5). Paulo exercia autoridade sem ser autoritário.
Outro alerta aos presbíteros pode ser inferido de Tiago 3:1 que diz: "Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo." Um dia seu serviço será avaliado com mais rigor. Ou como diz a versão Revista e Corrigida, você receberá "mais duro juízo". Portanto, é mister que os presbíteros procurem esmerar-se para pastorear a igreja da forma bíblica. Sendo aqueles pastores que pastoreiam mais pelo exemplo que pela imposição.
Por último, devemos atentar para o fato de que há no Novo Testamento lugar para presbítero em tempo exclusivo. Estes são aqueles que dedicam seu tempo em estudar as Escrituras para prover ensino sadio ao rebanho. Prover alimento espiritual de qualidade. Lemos sobre eles em I Timóteo 5:17,18: "Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário".
Aliás, na realidade das grandes cidades é praticamente impossível àqueles irmãos que trabalham o dia inteiro ainda conseguirem tempo para exercer o pastorado de forma satisfatória. Sabemos que alguns se esforçam para, depois de um dia cheio e cansativo, fazer visitas e devemos ser gratos a Deus por homens com tal disposição. Mas também sabemos que dificilmente eles conseguirão dedicar o tempo necessário para se esmerar no estudo da Palavra, para visitar, para cuidar dos enfermos, para buscar os fracos e desviados etc. Havendo um presbítero com mais disponibilidade de tempo, esta necessidade seria suprida.
É por isso que nós devemos orar e procurar não ser um peso para os presbíteros. Se a carga se tornar pesada eles perderão a alegria gemerão sob seu peso. E isto, além de não ser bom para eles, não será de nenhuma utilidade para a igreja (c.f. Hb 13:17). Enquanto eles velam por nossas almas, devemos velar por eles em oração e procurar, na medida do possível, oferecer nosso ombro para ajudá-los naquilo que porventura venham a precisar de nós.
Antes de terminar este tópico sobre a autoridade do presbitério, faço questão de frisar que a recente "onda" de constituir um presbítero presidente na igreja local é uma inovação que não encontra respaldo na Palavra de Deus. Não há na Palavra de Deus uma vírgula sequer sobre tal tipo de presbítero. Um presbítero presidindo sobre os outros presbíteros de uma igreja local não é bíblico. Cada presbítero deve ser submisso primeiramente ao Senhor e depois aos outros presbíteros. Se cada um agir assim haverá igualdade e nenhum quererá dominar sobre os outros. É isso que vemos na Palavra.
Que o Senhor, em Cristo Jesus, nos abençoe na execução desse ministério para o qual fomos divinamente chamados. Amém.