terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Eles acreditam que todos os meios como a corrupção, mentira, etc... justificam os fins...

Eles acreditam que todos os meios como a corrupção, mentira, etc... justificam os fins...

Evangélicos conservadores na mira do PT. (Sem dúvida, nenhum cristão verdadeiro, espiritual e piedoso deve ter envolvimento com o PT e os Esquerdistas. Eles são profundamente sodomitas, pederastas e acreditam que todos os meios como a corrupção, a mentira, etc...justificam os fins. O PT é uma ameaça a verdadeira ética e moral. Usam o dinheiro público para patrocinar tudo aquilo que é contrário aos princípios bíblicos e cristãos da vida e da família - Prof. Luis Cavalcante).

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2012/01/evangelicos-conservadores-na-mira-do-pt.html

PT PREPARA OPOSIÇÃO À IGREJA EVANGÉLICA. O QUE VOCÊ ESPERAVA, BOBÃO? Por Reinaldo Azevedo

PT PREPARA OPOSIÇÃO À IGREJA EVANGÉLICA. O QUE VOCÊ ESPERAVA, BOBÃO? Por Reinaldo Azevedo
http://luis-cavalcante.blogspot.com/2012/01/pt-prepara-oposicao-igreja-evangelica-o.html

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A nova empreitada presbiteriana dos EUA e suas resoluções. "Igrejas burras" não conseguem aprender que "teologia liberal e suas variáveis-variantes" só produzem morte espiritual!

 



No último post, coloquei as informações sobre a reunião de diversos presbiterianos em Orlando, na Flórida, onde, insatisfeitos com os rumos tomados pela PCUSA, especialmente no tocante a ordenação de pastores e pastoras gays e lésbicas, resolveram criar o que, inevitavelmente se tornará uma nova denominação presbiteriana - a ECO - The Evangelical Covenant Order of Presbyterians (“A Ordem Pactual Evangélica de Presbiterianos”).

Pastor e pastora na reunião da ECO

Esta "ordem" postula as doutrinas reformadas e afirma uma postura missional, buscando uma maior contextualização com as necessidades do mundo moderno. O Rev. Dr. Augustus Nicodemus postou no blog "O Tempora, O Mores", as principais resoluções da ECO:
  • Identidade moldada por Jesus (em que a questão essencial é se a pessoa é realmente um discípulo de Jesus);
  • Integridade bíblica (em que a questão essencial é saber se as Escrituras, única Palavra de Deus e que tem autoridade absoluta, realmente define a nossa identidade);
  • Teologia Reflexiva (em que a educação teológica reformada é estimada);
  • Comunidade responsável (em que as igrejas são comunidades onde a orientação é realmente uma experiência corporativa espiritual);
  • Ministério igualitário (em que os dons espirituais de ambos os sexos e de todos os grupos raciais e étnicos são “desencadeados”);
  • Centralidade missional (em que a Igreja “vive” a toda a Grande Comissão, "incluindo a evangelização, formação espiritual, compaixão e justiça redentora”);
  • Espiritualidade focada no centro (em que a Igreja chama as pessoas para o núcleo do que significa seguir a Jesus e “não se fixa sobre os limites”);
  • Liderança rápida (em que a Igreja identifica e desenvolve os líderes que são dispostos a assumir riscos, inovadores e orgânicos);
  • Vitalidade do Reino (pelo qual a igreja reproduz ativamente comunidades missionais).

Plenário da reunião

Para o Dr. Augustus, a ECO será maior do que as duas principais denominações presbiterianas nos Estados Unidos que são conservadoras, a saber, a PCA (Presbyterian Church ofAmerica) e a EPC (Evangelical Presbyterian Church), no entanto, ele crê que ela será ainda menor do que a PCUSA.

Ideologia da ECO

Minha preocupação com a ECO é a mesma que o Dr. Augustus também levanta em seu post: A aceitação plena do ministério feminino. Foi exatamente a abertura para a ordenação feminina nos anos 60 que abriu as portas para que hoje, a PCUSA passasse também a aceitar a ordenação de homossexuais, já que os argumentos são os mesmos para ambas as decisões - a relativização das Escrituras e o questionamento de sua inspiração plenária.

Desde que o liberalismo teológico passou a dominar o ensino teológico nos seminários da PCUSA (como o Princeton Theological Seminary, por exemplo) antes da metade do século passado, o conceito da inspiração e inerrância das Escrituras fora deixado de lado, dando lugar ao método crítico de interpretação, o padrão bíblico da denominação foi abaixo, resultando numa igreja apóstata e que a cada ano vê milhares de membros migrando para outras denominações.

Logo da PCUSA

O ensino teológico liberal levou a PCUSA a questionar a historicidade de relatos bíblicos como os primeiros capítulos de Gênesis, a passagem do povo pelo Mar Vermelho, o nascimento virginal de Jesus Cristo, bem como Seus milagres e suas ressurreição corpórea. Além disso, diversos ensinos são questionados e tidos por irrelevantes para o homem moderno por causa de um suposto vezo cultural em que os autores bíblicos como Paulo estavam presos. Assim, as Escrituras deveriam ser lidas e entendidas sob os moldes da cultura moderna e não sob a perspectiva exegética conservadora.

Espero que a ECO se consolide como uma forte denominação presbiteriana - bíblica, teologicamente firmada nos princípios reformados, contemporânea e missional. Mas espero também que sua liderança reveja este ponto e, mesmo com as eventuais murmurações, assuma de vez um compromisso de fidelidade com o Senhor e com a Sua Palavra.

Fonte: http://blogdorevrodrigo.blogspot.com/2012/01/nova-empreitada-presbiteriana-dos-eua-e.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano

Julio Severo

Os radicais esquerdistas são criaturas “interessantes”, para dizer no mínimo. Combatem ferozmente o Cristianismo e seus valores, mas sempre conseguem idiotas úteis entre líderes cristãos para propagar seu satanismo mascarado de política para os pobres.


Mães e pais de santo se reunem para fazer sacrifícios e invocar a "bênção" dos espíritos para o CNA
Quando no poder, dizem defender um Estado laico, mas sempre privilegiam a bruxaria, embora muitos deles se digam ateus. O Congresso Nacional Africano (CNA) é um exemplo. Fenômeno semelhante ocorre no Brasil, onde radicais políticos de esquerda estão criando uma infinidade de projetos que agridem o Cristianismo da maioria da população do Brasil ao mesmo tempo em que forçam a aceitação da bruxaria como “cultura” sagrada, incriticável.


Zuma, atual presidente da África do Sul, observa enquanto touro é sacrificado aos espíritos
Com Nelson Mandela, tão logo assumiu o poder o CNA legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria. Dizia combater o racismo na África do Sul, mas nunca combateu o racismo no resto do continente africano, que envolve hostilidade de negros contra negros. Num dos piores genocídios raciais da África, a minoria hutu matou dezenas de milhares de tutsis em Ruanda, bem debaixo do nariz e olhos da ONU.

No genocídio de muçulmanos contra cristãos negros no Sudão, o CNA também não interferiu. Embora nunca tivesse ocorrido genocídios na África do Sul, o CNA estava interessado nas reservas monetárias.

Há muitos outros conflitos raciais na África, entre tribos negras contra outras tribos negras. Há inclusive escravidão: negro escravizando negro. Mas combater o racismo e a escravidão na África não é preocupação do CNA. A preocupação é exclusivamente ideológica e monetária.

A matéria abaixo é da revista Veja e cita que um dos participantes da celebração de bruxaria do CNA na África do Sul foi o Rev. Jesse Jackson, o mesmo pastor esquerdista que foi trazido pelo PT ao Brasil em 2002 para enganar os líderes evangélicos do Brasil e levá-los a apoiar Lula:

CNA sul-africano sacrifica animais para comemorar centenário


Por Jean Liou

O Congresso Nacional Africano (CNA), que sob a liderança de Nelson Mandela chegou ao poder na África do Sul em 1994, sacrificou nesta sábado de madrugada um touro, duas cabras e duas galinhas para oferecer a seus ancestrais e comemorar seu centenário.

Cerca de 20 sangomas (curandeiros tradicionais) procedentes de todas as regiões do país preparavam o sacrifício em um terreno baldio próximo à igreja de Bloemfontein (centro), onde o CNA, que durante décadas lutou contra o apartheid, foi fundado no dia 8 de janeiro de 1912.

"Essas galinhas e essas cabras são o preâmbulo antes da cerimônia principal. Se trata de purificar este lugar e de elevar o espírito do CNA", explica Ntswaki Mahlaba, uma curandeira sotho do Estado Livre (centro), enquanto limpa os intestinos.

"O objetivo desta cerimônia é reunir os espíritos dos ancestrais, e especialmente os dos fundadores do CNA", acrescenta Dra. Nkanyezi, uma colega tswana dos arredores de Pretória, cuja vestimenta mistura um imponente gorro coberto de espetos de porcos-espinhos, um enfeite de pérolas e uma camiseta com o retrato do presidente Jacob Zuma.

"Estamos aqui para restaurar o espírito do CNA. "É aqui que foi enterrado o cordão umbilical do CNA" há cem anos, explica.

As quatro torres de resfriamento de uma antiga central térmica que predominam no cenário, foram cobertas com retratos dos sucessivos dirigentes do "movimento de libertação" mais antigo da África. Entre eles se encontram Oliver Tambo, Nelson Mandela e Jacob Zuma.

O touro negro, um presente do rei do Lesoto, Letsie III, é introduzido depois no "kraal", o local do sacrifício.

Depois pedem aos "camaradas dos meios de comunicação" que se afastem. Um cordão de policiais protege o caráter sagrado do ritual.

"Isso não é Hollywood!", grita o porta-voz do partido, Jackson Mthembu, aos jornalistas mais curiosos. "Isso é muito, muito importante para o CNA. Devem respeitá-lo", insiste.

Todos esperam a chegada de Jacob Zuma. Enquanto isso, observam as danças das enviadas da rainha da chuva, que dominam o norte do país - de saias azul-turquesa, camisas rosas, turbantes brancos e enfeites de pérolas-, até que entra o pastor americano Jesse Jackson.

"A transição do apartheid racista à democracia é uma grande transição. É o que temos visto em 18 anos (desde que o CNA chegou ao poder em 1994), isso é positivo. Todos deveríamos estar orgulhosos do CNA", disse.











 

Como vai ser 2012?

Por rev. Augustus Nicodemus Lopes

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.


Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus, outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas. A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós.

Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante. Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.


Depois há o movimento “gospel”, que recentemente mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país. Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.

Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.


Em Brasília, temos os deputados e senadores evangélicos que, gostemos ou não, têm conseguido retardar e mesmo impedir as tentativas de grupos ativistas LGTB de impor leis como o famigerado PL 122. O lado preocupante é que eles “representam” os evangélicos nestes assuntos e acabam, por associação, nos representando de maneira generalizada diante do grande público e da grande mídia.

Por um lado, lamento que foram líderes de seitas neopentecostais e pastores de teologia e práticas duvidosas, em sua maioria, que conseguiram alcançar uma posição de destaque a ponto de serem ouvidos em Brasília. Esta é uma posição que deveria ter sido ocupada pelos reformados, como aconteceu em outros países. Mas, falhamos. E a bem da justiça, não posso deixar de reconhecer que Deus usa quem Ele quer para refrear, ainda que por algum tempo, a rápida deterioração da nossa sociedade. O que isto representará no futuro, é incerto.


Notemos ainda o rápido crescimento do calvinismo, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas idéias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres e um culto mais informal, além de uma escatologia dispensacionalista.

Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível. O que existe de mais próximo é o movimento neocalvinista, mas este é por demais vinculado à cultura americana para ser reproduzido com sucesso aqui, sem adaptações. Estou curioso para ver o que vai dar este cruzamento de soteriologia calvinista com pneumatologia pentecostal.


O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos. Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local. São cristãos virtuais que “freqüentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer. Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino.


Eu mesmo sou professor há quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser. Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.


Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça. Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 – Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos. Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus em 2012 seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.


O LADO B DO BBB

Análise de Nátsan Matias*  para Rádio IPB



No estilo do apresentador do BBB, lá vai meu comentário:

“O que nos faz chamar de heróis...”, quem nada fez de bom para nos salvar da mediocridade?

“O que nos faz ficar de olhos vidrados nas lentes...” da jaula humana que nada tem de utilidade?

“Ah! Que coisa espantosa ver...” como declinamos na cultura; que faz do ser humano apenas um objeto de observação.

“Ah! que coisa é essa que...” toma de assalto a capacidade de criticar o que é obviamente uma desinformação?

Pois não é que no lugar dos assuntos importantes do país, como a corrupção, o descaso com a saúde, a violência, a droga do crack que avassala famílias... Jornais nacionais, locais e até internacionais tratam o tal programa, como se fosse um assunto de segurança nacional, pela qual a humanidade deveria permanecer de vigília.

Como diz o apresentador mor em sua frase preferida... ”Eles entram na nossa casa como ilustres desconhecidos e depois de alguns capítulos ‘tá’ todo mundo...” achando que aquilo é tudo que o brasileiro pode almejar ser: meros corpos lutando, a todo custo, para ganhar o seu milhão.

A gente fica a favor do ficar, da enganação, do malandrão, da falsa amizade. A gente torce... Salva cada tipo de comportamento... A gente, na verdade, fica menos inteligente a cada nova edição.

“Psiu!!! Vai começar...” Pasmem a décima segunda edição.

“Psiu!!!” Desliga isso, vai ler a Bíblia, um livro edificante, um jornal com problemas reais para serem discutidos.

“Psiu!!!” Aperta o off da TV e vá viver, sem o BBB!


Rev. Natsan Matias é pastor presbiteriano e professor no Seminário Brasil Central, em Goiânia.


Fonte: IPB